Promover o respeito às diferenças, ampliar o conhecimento e contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva. Com esse propósito, o Unifip está realizando uma formação voltada à Educação das Relações Étnico-Raciais e à atuação em bancas de heteroidentificação, destinada aos colaboradores da instituição.
A iniciativa, coordenada pelo Núcleo de Direitos Humanos, chegou ao terceiro módulo, proporcionando aos participantes uma experiência que une conhecimento teórico e atividades práticas. A formação busca aprofundar a compreensão sobre as relações étnico-raciais, o enfrentamento ao racismo e a importância das políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial.
Ao longo dos primeiros encontros, os colaboradores participaram de discussões sobre as diferentes manifestações do racismo, incluindo suas dimensões institucional e estrutural, além de reflexões sobre as relações sociais, as políticas de ações afirmativas e o sistema de cotas.
Nesta terceira etapa, o aprendizado ganhou uma dimensão prática. Os participantes vivenciaram simulações de bancas de heteroidentificação, exercitando os conhecimentos adquiridos e ampliando a compreensão sobre os procedimentos que integram esse processo.
O coordenador do Núcleo de Direitos Humanos, Dr. Arnaldo Sucuma, destacou a importância da construção gradual do conhecimento e das experiências desenvolvidas durante a formação.
“O Unifip está implementando o terceiro módulo da formação na área da Educação das Relações Étnico-Raciais e da formação das Bancas de Heteroidentificação. Começamos com a parte teórica, na qual discutimos o que é o racismo, como ele opera de forma institucional, estrutural e nas relações sociais. Também abordamos as políticas públicas e de cotas. Hoje, no terceiro módulo, trabalhamos a experiência prática de execução da banca de heteroidentificação. Houve a identificação dos participantes e realizamos simulações, tornando mais perceptível a compreensão dos conteúdos abordados. Resta agora o último módulo, no qual vamos discutir a questão das relações de gênero”, explicou o Dr. Arnaldo Sucuma, coordenador do Núcleo de Direitos Humanos.
Além de proporcionar qualificação aos colaboradores, a formação representa uma oportunidade de ampliar o diálogo sobre temas fundamentais para a convivência em sociedade, incentivando práticas institucionais pautadas no respeito, na responsabilidade e na valorização da diversidade.
A programação seguirá com o quarto e último módulo, dedicado às relações de gênero, dando continuidade às reflexões e aos conhecimentos construídos durante os encontros.
Ao investir na formação de seus colaboradores, o Unifip reconhece que a construção de um ambiente educacional mais inclusivo começa pelo conhecimento, pela escuta e pela valorização das diferenças.
