O Brasil tem hoje mais de 430 cursos voltados à formação de novos médicos, entre instituições de ensino públicas e privadas. Dada a grande oferta de graduações, é constante a preocupação com a qualidade da formação desses profissionais, que atuam diretamente com a saúde da população.
A III Oficina Nacional do Projeto Rever, realizada em Brasília, nos dias 12 e 13 de agosto, reuniu representantes de universidades de todo o país. O Unifip foi representado pelo Dr. Miguel Águila, e pela professora, Charlene de Oliveira.
O curso de Medicina do Unifip trabalha uma das matrizes curriculares mais completas e atuais do país. Esse reconhecimento justifica o convite da Associação Brasileira de Escolas Médicas (ABEM), para que o Unifip tenha lugar de fala neste importante e decisivo debate.
“A gente, como curso, já tem uma experiência reconhecida e consolidada nacionalmente, de organização regionalizada das Residências. E agora com a ampliação das nossas Residências, ganhamos mais destaque. É um espaço para se conectar com o que o Brasil e o mundo estão pensando para a formação médica”, avaliou Charlene de Oliveira.
No evento, foram pautados os desafios atuais da formação acadêmica e elencados os desafios futuros. Os participantes foram instigados a pensar o que é comum ao país, mas destacando também as especificidades de cada região.
As experiências exitosas do Unifip foram compartilhadas e serviram de base para a construção do que será o modelo nacional de ensino nas escolas médicas. Também integraram o debate instituições como o Ministério da Saúde (MS), Organização Panamericana da Saúde (OPAS), com apoio do Ministério da Educação (MEC).